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segunda-feira, 18 de março de 2013

20/10/2011 – Conhecendo a capital Lusa


Finalmente entregamos o carro na Hertz. Pegamos um ônibus até o Mosteiro dos  Jerônimos, mas não chegamos a entrar porque tínhamos pouco tempo e muitas coisas para visitar nesse dia. Enquanto estávamos paradas no jardim tirando fotos aconteceu uma coisa engraçada. Nós estávamos fazendo pose, procurando o melhor ângulo quando de repente uma mulher com uma roupa toda preta e o rosto coberto com um véu começou a retrucar com a gente e pelo que entendemos ela estava dizendo, provavelmente em árabe, que não podíamos tirar fotos dela. Depois percebemos que havia várias delas ao redor. Ignoramos a situação e continuamos a nossa sessão. Na verdade, a última coisa que queríamos era uma penetra vestida de burca nas nossas fotos, mas enfim coisas que acontecem quando esbarramos com culturas diferentes. 

Mosteiro dos Jerônimos


Seguimos a pé até a Torre de Belém e o Padrão dos Descobrimentos. No final compramos várias lembrancinhas numa feirinha bem legal ali por perto. 

Padrão dos Descobrimentos


Torre de Belém



Feira de Artesanato

Voltamos de táxi ao apartamento para deixar as compras e almoçamos num restaurante próximo. À tarde, fomos no Oceanário. Demoramos um pouco para chegar lá. Demos várias voltas no ônibus, mas por fim descemos na Estação Gare do Oriente, um terminal com várias linhas de ônibus e trens que está localizado numa região de construções modernas na parte nova de Lisboa. O oceanário é enorme e tem várias espécies diferentes que eu nem sonhava em ver de perto. Nos divertimos muito lá. Quem estiver com crianças não pode perder! Depois fomos no teleférico do Parque das Nações.



 Prédio do Oceanário

Lontra Marinha

Sapo Venenoso

Pronto para o mergulho

Peixe Camuflado

Teleférico do Parque das Nações



Antes de voltar pra casa, passamos em uma padaria para experimentar os pastéis de belém que conseguiu mais adeptas que os Ovos Moles de Aveiro. À noite era hora de arrumar as malas, pois no dia seguinte iríamos para o aeroporto.

domingo, 10 de março de 2013

18/10/2011 – Subindo a escada


Saímos pela manhã das Penhas Douradas e pegamos as auto-estradas (A23 e A1) com destino à Lisboa. Chegamos na hora do almoço e fomos providenciar um estacionamento nas proximidades, pois o apartamento que alugamos, como a maioria dos apartamentos no Centro, não tinha garagem. Eu já sabia dessa questão da garagem, até foi o proprietário que nos indicou um lugar para deixar o carro, mas no anúncio do aluguel havia uma informação que eu deixei passar despercebida. Não tinha elevador. E o apartamento era no 4º andar. Estava tudo bem claro no anúncio, mas eu gostei muito do apartamento, senti confiança no proprietário e não dei muita importância para esse detalhe. Na verdade, eu não calculei a subida dos degraus com as malas enormes que levamos na viagem. Subimos, andar por andar, criando estratégias para arrastar as bagagens pelos degraus. Depois de alguns minutos e muito esforço, por fim, chegamos as quatro com as devidas malas lá em cima. No final tudo valeu a pena, pois o apartamento era amplo, bem equipado e em ótima localização. As construções dessa região são antigas, mas o apartamento era reformado e estava tudo funcionando bem.

O bonde que passava na rua do apartamento

No 1º dia só conseguimos sair no final da tarde para visitar o Castelo de São Jorge. Eu senti uma vibração incrível nesse lugar ao imaginar que ali viveram povos da Antiguidade como fenícios e romanos. Também fora habitado por árabes na época islâmica de Lisboa. A vista da cidade e do pôr-do-sol lá é maravilhosa.


Desse distante século VII a.C preservaram-se algumas estruturas habitacionais, às quais se sucedem outras dos séculos IV a.C e III a.C., visíveis no Núcleo Arqueológico. O espólio associado a estas primitivas ocupações, constituído por diversos objetos – panelas, potes, taças e ânforas – em cerâmica de engobe vermelho ou cerâmica cinzenta de paredes finas, oriundos do Próximo Oriente, ou cerâmicas áticas de verniz preto e figuras vermelhas, provenientes da Grécia, entre outros objetos cerâmicos de produção local, documentam a existência de contatos regulares com os Fenícios que as comercializavam por todo o Mediterrâneo e costa Atlântica através da sua rede de feitorias e colônias.”




Ao fundo o Rio Tejo



Despesas

Diária Apartamento: 75,00